{"id":14068,"date":"2022-03-11T15:00:11","date_gmt":"2022-03-11T15:00:11","guid":{"rendered":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/?p=14068"},"modified":"2024-04-13T20:07:59","modified_gmt":"2024-04-13T20:07:59","slug":"historia-1o-ano-1o-trimestre-bateria-de-exercicios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/2022\/03\/11\/historia-1o-ano-1o-trimestre-bateria-de-exercicios\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria &#8211; 1\u00ba Ano 1\u00ba Trimestre &#8211; Bateria de Exerc\u00edcios"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/T1pbvuxY7_2-kGVh2Ube369A-8EbtvNWnrkisnXq2r22UeufrMNdj73VXkV1W5NjGpx4pBNeaR5xfFqpiLJiAeTRHZmj-jDkzPrbGUyShNGfuaTdyYjzHYzbpTWnxCe-AVrVs6Q6\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>BATERIA DE QUEST\u00d5ES<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Prof\u00ba Cl\u00e1udio<\/p>\n\n\n\n<p>Aluno:___________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>01 \u2013 (EFOA MG\/2000)<\/p>\n\n\n\n<p>Na transi\u00e7\u00e3o do feudalismo ao capitalismo, algumas pr\u00e9-condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas e um conjunto de fatores se fizeram necess\u00e1rios. Das alternativas abaixo, assinale a que expressa o fator que N\u00c3O esteve presente na desagrega\u00e7\u00e3o do sistema feudal e na conseq\u00fcente constitui\u00e7\u00e3o do sistema capitalista:<\/p>\n\n\n\n<p>a) O s\u00edmbolo de riqueza passou a ser o dinheiro e n\u00e3o mais a posse da terra.<\/p>\n\n\n\n<p>b) A centraliza\u00e7\u00e3o do poder feudal foi substitu\u00edda pela descentraliza\u00e7\u00e3o com a forma\u00e7\u00e3o das monarquias absolutas.<\/p>\n\n\n\n<p>c) A passagem somente foi decisiva quando as revolu\u00e7\u00f5es pol\u00edticas sancionaram juridicamente as mudan\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>d) A evolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o se deu sem graves conflitos, muita viol\u00eancia no campo e nas cidades, na luta pela tomada do poder.<\/p>\n\n\n\n<p>e) Ao mesmo tempo em que surgiam caracter\u00edsticas do novo regime, persistiam aspectos do regime anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>02 \u2013 (FATEC SP\/2001)<\/p>\n\n\n\n<p>Popular e patri\u00f3tica, a subleva\u00e7\u00e3o de 1383 despertaria as tens\u00f5es mais profundas da sociedade portuguesa na luta que se seguiu. De um lado, enfileiravam-se as tropas de Castela e dos senhorios mais poderosos. De outro, a burguesia mercantil, a pequena nobreza militar, o populacho das cidades e a arraia mi\u00fada dos campos. Os camponeses atacavam e saqueavam os castelos vingando-se da prepot\u00eancia fidalga e da mis\u00e9ria. Mas a decis\u00e3o da luta estaria nas m\u00e3os dos ricos burgueses de Lisboa e do Porto. Estimulados por \u00c1lvaro Pais estes abriram seus cofres. (\u2026). Durante o ano de 1384, as for\u00e7as do \u201cMestre\u201d, aclamado \u201cDefensor e regedor do Reino\u201d, alcan\u00e7aram in\u00fameras vit\u00f3rias, apesar de atacados por terra e por mar.<\/p>\n\n\n\n<p>Mendes Jr., Antonio \u2013 Brasil \u2013 Texto e Consulta. S\u00e3o Paulo, Brasiliense, s.d. v.1, pg. 47<\/p>\n\n\n\n<p>O acontecimento descrito no texto \u00e9 a:<\/p>\n\n\n\n<p>a) Guerra dos Cem Anos.<\/p>\n\n\n\n<p>b) Guerra da Reconquista.<\/p>\n\n\n\n<p>c) Revolu\u00e7\u00e3o Gloriosa.<\/p>\n\n\n\n<p>d) Revolu\u00e7\u00e3o de Avis.<\/p>\n\n\n\n<p>e) Revolu\u00e7\u00e3o da Santa S\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>03 \u2013 (FGV\/2000)<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando Joana D\u2019Arc chegou, a 29 de abril de 1429, os habitantes da cidade estavam prestes a capitular, pois os ingleses tinham-se apoderado das fortalezas e dos castelos que rodeavam Orl\u00e9ans. A 4 de maio, Joana, com os seus soldados, tomou primeiro o castelo (\u2026) Na manh\u00e3 de 8 de maio, a Donzela verificou que os ingleses haviam abandonado os outros castelos. Orl\u00e9ans estava libertada e os seus habitantes aclamaram em del\u00edrio Joana D\u2019Arc, que se sentia feliz por ter cumprido a promessa feita ao seu rei.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(Gabalda e Beaulieu)Tendo o trecho acima como base, assinale a alternativa correta.<\/p>\n\n\n\n<p>a) A tomada de Orl\u00e9ans define o fim da Guerra dos Cem Anos, consolidando a unidade e a monarquia francesas;<\/p>\n\n\n\n<p>b) Joana D\u2019Arc, camponesa de Domremy, recebeu como recompensa pelo feito o titulo de nobreza e, portanto, o direito \u00e0s terras nas quais anteriormente vivia;<\/p>\n\n\n\n<p>c) Nacionalismo emergente, refor\u00e7ado pelo significado desse feito, foi capitalizado pelos reis da dinastia Valois para consolidar a monarquia francesa;<\/p>\n\n\n\n<p>d) Joana D\u2019Arc, aristocrata de nascimento e posses, foi condenada \u00e0 fogueira posteriormente, tornando-se s\u00edmbolo do nacionalismo franc\u00eas;<\/p>\n\n\n\n<p>e) A derrota dos ingleses em Orl\u00e9ans marca o fim da Guerra dos Cem anos, mas n\u00e3o define, de imediato, a unidade e a monarquia francesas.<\/p>\n\n\n\n<p>04 \u2013 (FGV\/2000)<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO problema que mais inquietou o Homem medieval foi o da reafirma\u00e7\u00e3o da f\u00e9.\u201d (Aquino et al)<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista hist\u00f3rico-filos\u00f3fico, a corrente de pensamento que representa a Idade M\u00e9dia \u00e9 o\/a:<\/p>\n\n\n\n<p>a) Estoicismo;<\/p>\n\n\n\n<p>b) Escol\u00e1stica;<\/p>\n\n\n\n<p>c) Idealismo;<\/p>\n\n\n\n<p>d) Materialismo;<\/p>\n\n\n\n<p>e) Existencialismo.<\/p>\n\n\n\n<p>05 \u2013 (FUVEST SP\/1997)&nbsp;&nbsp;<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/gqT8yjmRqW-T_MZh5AKNLodZ7R-BFBS_I2XTpGKOYLKPDH4ozcfmnhlzs8tBWMZd94xhJpb4OJ2Wgyns0nPr0TmQbSeWJk8CweAIoHoLGj8eC4rGUsayum4FTcF6MYMtgRni16Jg\" width=\"265\" height=\"190\"><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPelas palavras das Escrituras somos instru\u00eddos de que h\u00e1 duas espadas: a espiritual e a temporal\u2026 \u00e9 preciso que uma espada esteja sob o dom\u00ednio da outra por conseguinte que o poder temporal se submeta ao espiritual\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(Bonif\u00e1cio VIII, Bula Unam Sanctum, 1302).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando\u2026 o papa\u2026 se atribui a plenitude de poder sobre qualquer governante, comunidade ou pessoa individual, uma tal pretens\u00e3o \u00e9 impr\u00f3pria e errada, e se afasta das divinas Escrituras e das demonstra\u00e7\u00f5es humanas, ou melhor, at\u00e9 as contradiz\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(Marsilio Ficino, O Defensor da Paz, 1324).<\/p>\n\n\n\n<p>Explicite e comente o conflito hist\u00f3rico presente nestes dois textos do in\u00edcio do s\u00e9c. XIV.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>06 \u2013 (FUVEST SP\/1998)<\/p>\n\n\n\n<p>Durante muito tempo desconhecidos na Europa medieval, os textos de Arist\u00f3teles se difundiram a partir do s\u00e9culo XII.<\/p>\n\n\n\n<p>Suas obras chegaram ao ocidente europeu por interm\u00e9dio:<\/p>\n\n\n\n<p>a) de manuscritos gregos, preservados na Biblioteca do Vaticano e, durante longo tempo, mantidos em segredo pela Igreja.<\/p>\n\n\n\n<p>b) dos monges beneditinos da Europa continental, que preservaram a cultura cl\u00e1ssica em seus mosteiros<\/p>\n\n\n\n<p>c) de sacerdotes bizantinos, que frequentavam as cortes reais da Europa e as grandes cidades do Ocidente.<\/p>\n\n\n\n<p>d) dos centros de cultura mu\u00e7ulmanos, sobretudo da pen\u00ednsula ib\u00e9rica, cujos manuscritos, em \u00e1rabe, foram traduzidos para o latim.<\/p>\n\n\n\n<p>e) dos venezianos e cavaleiros de Fran\u00e7a, que atacaram Constantinopla em 1204 e de l\u00e1 trouxeram os manuscritos originais.<\/p>\n\n\n\n<p>07 \u2013 (FUVEST SP\/1998)<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO ar da cidade torna um homem livre\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Analise o significado desse ad\u00e1gio popular, no quadro do desenvolvimento das cidades europ\u00e9ias, a partir da Baixa Idade M\u00e9dia.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>08 \u2013 (FUVEST SP\/2002)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/pYEujOK8Pl4aW8Kj_03VExKWavVreagKjDMQSnyRquZ7mUHvmkV4E5FQuArUcN2tNgOlWnrbx_SlSUI33Dn1jutBztPI2WjY9WSWmNzavvW8sqZZVijaSBTIx96QGK9g3QQXSpYO\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A prosperidade das cidades medievais (s\u00e9culo XII a XIX), com seus mercadores e artes\u00e3os, suas universidades e catedrais, foi poss\u00edvel gra\u00e7as:<\/p>\n\n\n\n<p>a) \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o do poder pol\u00edtico dos senhores feudais sobre as comunidades camponesas que passaram a ser protegidas pela igreja.<\/p>\n\n\n\n<p>b) \u00e0 uni\u00e3o que se estabeleceu entre o feudalismo, que dominava a vida rural, e o capitalismo, que dominava a vida urbana.<\/p>\n\n\n\n<p>c) \u00e0 subordina\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, com rela\u00e7\u00e3o aos camponeses, e pol\u00edtica, com rela\u00e7\u00e3o aos senhores feudais.<\/p>\n\n\n\n<p>d) ao aumento da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola feudal, decorrente tanto da incorpora\u00e7\u00e3o de novas terras quanto de novas t\u00e9cnicas<\/p>\n\n\n\n<p>e) \u00e1 exist\u00eancia de um poder centralizado que obrigava o campo a abastecer prioritariamente os setores urbanos.<\/p>\n\n\n\n<p>09 \u2013 (FUVEST SP\/2002)<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u2026 cabanas ou pequenas moradias espalhadas em grande n\u00famero, nas quais residem os trabalhadores empregados, cujas mulheres e filhos est\u00e3o sempre ocupados, cardando, fiando etc., de forma que, n\u00e3o havendo desempregados, todos podem ganhar seu p\u00e3o, desde o mais novo ao mais velho\u201d Daniel Defoe, Viagem por toda a ilha da Gr\u00e3-Bretanha, 1724.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa passagem descreve o sistema de trabalho:<\/p>\n\n\n\n<p>a) manufatureiro, no qual um empregador re\u00fane num \u00fanico local dezenas de trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>b) da corpora\u00e7\u00e3o de oficio, no qual os trabalhadores t\u00eam o controle dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>c) fabril, no qual o empres\u00e1rio explora o trabalha do ex\u00e9rcito industrial de reserva.<\/p>\n\n\n\n<p>d) em domicilio, no qual todos os membros de uma fam\u00edlia trabalham em casa e por tarefa.<\/p>\n\n\n\n<p>e) de cogest\u00e3o, na qual todos os trabalhadores dirigem a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>10 \u2013 (GAMA FILHO RJ\/1995)<\/p>\n\n\n\n<p>As mudan\u00e7as estruturais ocorridas durante a passagem do feudalismo para o capitalismo relacionam-se com o(a):<\/p>\n\n\n\n<p>a) enfraquecimento urbano.<\/p>\n\n\n\n<p>b) diminui\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio.<\/p>\n\n\n\n<p>c) fortalecimento dos senhorios.<\/p>\n\n\n\n<p>d) ascens\u00e3o da burguesia.<\/p>\n\n\n\n<p>e) cr\u00edtica ao liberalismo.<\/p>\n\n\n\n<p>11 \u2013 (PUC SP\/1996)<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 um membro nem uma forma,<\/p>\n\n\n\n<p>Que n\u00e3o cheire a putrefa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes que a alma se liberte,<\/p>\n\n\n\n<p>O cora\u00e7\u00e3o que quer rebentar no peito<\/p>\n\n\n\n<p>Ergue-se e dilata o peito<\/p>\n\n\n\n<p>Que quase fica junto da espinha dorsal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 A face \u00e9 descorada e p\u00e1lida.<\/p>\n\n\n\n<p>E os olhos cerrados, na cabe\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>A fala perdeu-se.<\/p>\n\n\n\n<p>Porque a l\u00edngua est\u00e1 colada ao c\u00e9u da boca.<\/p>\n\n\n\n<p>O pulso bate e ele anseia.<\/p>\n\n\n\n<p>(\u2026)<\/p>\n\n\n\n<p>Os ossos separam-se por todas as liga\u00e7\u00f5es<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 um s\u00f3 tend\u00e3o que n\u00e3o se estique e estale.<\/p>\n\n\n\n<p>Chastellain, Les Pas de la Mort. Fran\u00e7a, s\u00e9culo XIV.<\/p>\n\n\n\n<p>O poema acima sinaliza a preocupa\u00e7\u00e3o com a morte que se fez presente na mentalidade europeia do s\u00e9culo XIV. Para compreendermos o alcance dessa funesta inspira\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso associar esse fen\u00f4meno ao fato de que<\/p>\n\n\n\n<p>a) as primeiras navega\u00e7\u00f5es oce\u00e2nicas, promovidas pelos europeus, vitimaram quantidades cada vez maiores de aventureiros.<\/p>\n\n\n\n<p>b) a morte era apenas uma met\u00e1fora para representar a transi\u00e7\u00e3o pela qual passava a sociedade e cuja \u00eanfase estava na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, da\u00ed a compara\u00e7\u00e3o com a fruta que apodrece para deitar sua semente na terra e novamente brotar com vida nova.<\/p>\n\n\n\n<p>c) os germes do movimento rom\u00e2ntico faziam-se notar, atrav\u00e9s da contesta\u00e7\u00e3o da moral que reconhecia na exist\u00eancia o bem supremo do ser humano.<\/p>\n\n\n\n<p>d) o movimento de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, que teria maior consequ\u00eancia durante o Renascimento, dava seus primeiros passos na dire\u00e7\u00e3o dos estudos da anatomia humana.<\/p>\n\n\n\n<p>e) a mentalidade religiosa, que concebia a vida apenas como prova\u00e7\u00e3o em busca da salva\u00e7\u00e3o eterna, encontrava terreno f\u00e9rtil numa sociedade que era assolada por epidemias e guerras.<\/p>\n\n\n\n<p>posteriormente pelo predom\u00ednio do campo e da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola de subsist\u00eancia, realizada nos arredores das cidades.<\/p>\n\n\n\n<p>b) apresentou, nas v\u00e1rias regi\u00f5es, forte unidade pol\u00edtica, herdada do Imp\u00e9rio Romano, at\u00e9 o s\u00e9culo VIII, ocorrendo, posteriormente, crescente fragmenta\u00e7\u00e3o at\u00e9 o s\u00e9culo XVI.<\/p>\n\n\n\n<p>c) teve, no in\u00edcio, um per\u00edodo de pouca hierarquia social, com privil\u00e9gio apenas para os setores eclesi\u00e1sticos, e gradativa amplia\u00e7\u00e3o do poder campon\u00eas a partir do s\u00e9culo XI.<\/p>\n\n\n\n<p>d) foi um per\u00edodo de absor\u00e7\u00f5es, nega\u00e7\u00f5es e adequa\u00e7\u00f5es entre a cultura clerical e a laica, havendo claro predom\u00ednio da primeira at\u00e9 o s\u00e9culo XII e gradativo crescimento da postura laico-humanista a partir de ent\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>e) representou, nos primeiros s\u00e9culos, a persist\u00eancia do polite\u00edsmo herdado da tradi\u00e7\u00e3o greco-romana e, ap\u00f3s o s\u00e9culo XI, a vit\u00f3ria r\u00e1pida do protestantismo contra o catolicismo.<\/p>\n\n\n\n<p>12 \u2013 (PUC SP\/2002)<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os anos de 1315 e 1317, chuvas extremamente fortes e constantes atingiram, de forma inesperada, parte significativa da Europa, ao norte dos Alpes.<\/p>\n\n\n\n<p>Pode-se relacionar esse epis\u00f3dio \u00e0:<\/p>\n\n\n\n<p>a) s\u00e9rie de transforma\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas enfrentadas pela Europa desde o s\u00e9culo VIII, que derivaram do uso intenso de materiais poluentes nas f\u00e1bricas e nas guerras.<\/p>\n\n\n\n<p>b) devasta\u00e7\u00e3o florestal ocorrida na busca de mais terras cultiv\u00e1veis para abastecer a popula\u00e7\u00e3o que, em virtude de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e do controle tempor\u00e1rio das pestes, crescia rapidamente.<\/p>\n\n\n\n<p>c) escassez de recursos de controle de pluviosidade pelos feudos, desestruturados ap\u00f3s as revoltas de servos, que se transferiram para as cidades e fizeram ressurgir o com\u00e9rcio entre as v\u00e1rias partes da Europa.<\/p>\n\n\n\n<p>d) religiosidade dos povos locais que conseguiram, com sua f\u00e9, obter as chuvas necess\u00e1rias para o sucesso da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e o decorrente aumento na produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>e) inexist\u00eancia de alternativas de irriga\u00e7\u00e3o de \u00e1reas agricult\u00e1veis, o que for\u00e7ava os senhores de terras a recorrer exclusivamente \u00e1s chuvas para manter suas planta\u00e7\u00f5es vivas.<\/p>\n\n\n\n<p>13 \u2013 (UEL PR\/1999)<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDeixai (seguir viagem rumo ao Oriente. para lutar contra os infi\u00e9is, os que outrora combatiam impiedosamente os fi\u00e9is em guerras particulares\u2026 Deixai (partir) os que s\u00e3o ladr\u00f5es, para tornarem-se soldados. Deixai (viajar) aqueles que outrora se bateram contra os seus irm\u00e3os e parentes, para lutarem contra os b\u00e1rbaros\u2026 Deixai (participar do movimento) os que outrora foram mercen\u00e1rios, muito mal remunerados, para que recebam a recompensa eterna.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(Prega\u00e7\u00e3o do Papa Urbano I I, no Concilio de Clermont-Ferrand, 1095).<\/p>\n\n\n\n<p>O texto comprova que o Papado via nas Cruzadas um movimento:<\/p>\n\n\n\n<p>a) teocr\u00e1tico, desvinculado das demais inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>b) pol\u00edtico, mas dissociado da inten\u00e7\u00e3o de submeter reis e nobres \u00e0 obedi\u00eancia da igreja.<\/p>\n\n\n\n<p>c) militar, indiferente ao desejo crist\u00e3o de libertar Jerusal\u00e9m do fiel mu\u00e7ulmano.<\/p>\n\n\n\n<p>d) comercial, alheio ao prop\u00f3sito de resgatar a rota da seda gravemente amea\u00e7ada.<\/p>\n\n\n\n<p>e) religioso, mas relacionado com a busca de solu\u00e7\u00f5es para a supera\u00e7\u00e3o de problemas sociais<\/p>\n\n\n\n<p>14)Diferencie os conceitos de manso servil, comunal e senhorial.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/OJv3ypmRMIFfH1BELGAdr9FeghlBLsQu7iwI1yRpnL-Up9xR500aSc79s8-CDVxc9diWLjvktwUppCjjpBa-J7Cg9tX2BSebKjXq1TLvEISUH6jBdTT0biNpVaJJcEXKRYa4gtwD\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>15)Acerca das Cruzadas identifique suas causas e consequ\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BATERIA DE QUEST\u00d5ES Prof\u00ba Cl\u00e1udio Aluno:___________________________________________ 01 \u2013 (EFOA MG\/2000) Na transi\u00e7\u00e3o do feudalismo ao capitalismo, algumas pr\u00e9-condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas e um conjunto de fatores se fizeram necess\u00e1rios. Das alternativas abaixo, assinale a que expressa o fator que N\u00c3O esteve presente na desagrega\u00e7\u00e3o do sistema feudal e na conseq\u00fcente constitui\u00e7\u00e3o do sistema capitalista: a) O s\u00edmbolo&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":13550,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[10],"class_list":["post-14068","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-1-ano-medio","tag-historia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14068","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14068"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14068\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16795,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14068\/revisions\/16795"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13550"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14068"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14068"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14068"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}