{"id":14432,"date":"2022-05-07T14:27:24","date_gmt":"2022-05-07T14:27:24","guid":{"rendered":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/?p=14432"},"modified":"2022-05-07T14:27:24","modified_gmt":"2022-05-07T14:27:24","slug":"2a-bateria-de-historia-1o-ano-em","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/2022\/05\/07\/2a-bateria-de-historia-1o-ano-em\/","title":{"rendered":"2\u00aa Bateria de Hist\u00f3ria 1\u00ba Ano EM"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/HomyKpNM5QMFXeCbkL07XbKWIpLcU55cVQspfgsUH20SoFiO_wMGiPAdSP9M6Sovx_JsZRN39J1zfmlQ-D76ZD779EA24-lZyoChR0N75prbOdsSrCmxELEAebBaeqJPKG6wsdQmC0Joh4274g\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>1) Impossibilitados de defender o reino, os soberanos delegaram poder aos senhores feudais. Por isso, e com vistas a se auto protegerem, os senhores procuraram relacionar-se diretamente.&nbsp; Sobre a cita\u00e7\u00e3o \u00e9 correto afirmar:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) A rela\u00e7\u00e3o de suserania e vassalagem serviu para preservar a situa\u00e7\u00e3o inferior do servo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) A descentraliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica fez com que os reis desaparecessem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) O rei tornou-se vassalo dos grandes bar\u00f5es, perdendo suas terras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) Retrata rela\u00e7\u00f5es elitizadas, baseadas na fidelidade e em obriga\u00e7\u00f5es rec\u00edprocas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) Demonstra o poder da Igreja sobre o rei e a nobreza.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2) <em>Os mosteiros eram em primeiro lugar casas, cada uma abrigando sua \u201cfam\u00edlia\u201d, e as mais perfeitas, com efeito, as mais bem ordenadas: de um lado, desde o s\u00e9culo IX, os mais abundantes recursos convergiam para a institui\u00e7\u00e3o mon\u00e1stica, levando-a aos postos avan\u00e7ados do progresso cultural; do outro, tudo ali se encontrava organizado em fun\u00e7\u00e3o de um projeto de perfei\u00e7\u00e3o, n\u00edtido, bem estabelecido, rigorosamente medido<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>(Georges Duby. <strong><em>\u201cA vida privada nas casas aristocr\u00e1ticas da Fran\u00e7a feudal\u201d.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Hist\u00f3ria da vida privada, vol. 2, 1992. Adaptado.)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A caracteriza\u00e7\u00e3o do mosteiro medieval como uma \u201ccasa\u201d, um \u201cposto avan\u00e7ado do progresso cultural\u201d e um \u201cprojeto de perfei\u00e7\u00e3o\u201d pode ser explicada pela disposi\u00e7\u00e3o mon\u00e1stica de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) valorizar a vida privada, participar ativamente da vida pol\u00edtica e combater o mal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) recuperar a experi\u00eancia hist\u00f3rica e pessoal do Salvador durante sua estada no mundo dos vivos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) recolher-se a uma comunidade fechada para orar, estudar e combater a desordem do mundo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) identificar-se com as condi\u00e7\u00f5es de priva\u00e7\u00e3o por que passavam as fam\u00edlias pobres, celebrar a tradi\u00e7\u00e3o escol\u00e1stica e agir de forma \u00e9tica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) reconhecer a humanidade como solid\u00e1ria e unida num esfor\u00e7o de salva\u00e7\u00e3o da alma dos fi\u00e9is e dos infi\u00e9is.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>3) <em>\u201cUma categoria inferior de servidores que coexiste nas grandes casas com os dom\u00e9sticos livres s\u00e3o os escravos. Um recenseamento enumera em G\u00eanova, em 1458, mais de 2 mil. As mulheres est\u00e3o em uma propor\u00e7\u00e3o esmagadora (97,5%) e 40% n\u00e3o t\u00eam ainda 23 anos. S\u00e3o totalmente desamparadas; todos na casa a repreendem, todos batem nela (patr\u00e3o, m\u00e3e, filhos crescidos) e os testemunhos de processos em que elas comparecem mostram-nas vivendo, frequentemente no temor de pancadas. Em G\u00eanova e Veneza, a escrava-criada \u00e9 essencial no prest\u00edgio das nobres e ricas matronas.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>(Adaptado de Charles De la Ronci\u00e8re, <strong><em>\u201cA vida privada dos not\u00e1veis toscanos no limiar da Renascen\u00e7a\u201d<\/em><\/strong>, em Georges Duby (org.), Hist\u00f3ria da vida privada \u2013 da Europa feudal \u00e0 Renascen\u00e7a, vol 2. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 1990, p. 235-236.)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o trabalho nas cidades italianas do per\u00edodo em quest\u00e3o, podemos afirmar corretamente que:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) O decl\u00ednio da escravid\u00e3o est\u00e1 ligado ao novo conceito antropoc\u00eantrico do ser humano e a uma nova dignidade da condi\u00e7\u00e3o feminina no final da Idade M\u00e9dia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) O trabalho servil era predominantemente feminino e concorria com o trabalho escravo. A escravid\u00e3o diminuiu com essa concorr\u00eancia, desdobrando-se no trabalho livre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) Conviviam in\u00fameras formas de trabalho livre, semilivre e escravo no universo europeu e a sobreposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o era, em si, contradit\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) O uso do castigo corporal igualava as escravas a outros trabalhadores e foi o motivo das rebeli\u00f5es camponesas do per\u00edodo (jacqueries) e agita\u00e7\u00f5es urbanas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>4) <em>\u201cAssim como o campon\u00eas, o mercador est\u00e1 a princ\u00edpio submetido, na sua atividade profissional, ao tempo meteorol\u00f3gico, ao ciclo das esta\u00e7\u00f5es, \u00e0 imprevisibilidade das intemp\u00e9ries e dos cataclismos naturais. Como, durante muito tempo, n\u00e3o houve nesse dom\u00ednio sen\u00e3o necessidade de submiss\u00e3o \u00e0 ordem da natureza e de Deus, o mercador s\u00f3 teve como meio de a\u00e7\u00e3o as preces e as pr\u00e1ticas supersticiosas. Mas, quando se organiza uma rede comercial, o tempo se torna objeto de medida. A dura\u00e7\u00e3o de uma viagem por mar ou por terra, ou de um lugar para outro, o problema dos pre\u00e7os que, no curso de uma mesma opera\u00e7\u00e3o comercial, mais ainda quando o circuito se complica, sobem ou descem _ tudo isso se imp\u00f5e cada vez mais \u00e0 sua aten\u00e7\u00e3o. Mudan\u00e7a tamb\u00e9m importante: o mercador descobre o pre\u00e7o do tempo no mesmo momento em que ele explora o espa\u00e7o, pois para ele a dura\u00e7\u00e3o essencial \u00e9 aquela de um trajeto. <\/em>Jacques Le Goff. <strong><em>Para uma outra Idade M\u00e9dia<\/em><\/strong>. Petr\u00f3polis: Vozes, 2013. Adaptado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O texto associa a mudan\u00e7a da percep\u00e7\u00e3o do tempo pelos mercadores medievais ao&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) respeito estrito aos princ\u00edpios do livre com\u00e9rcio, que determinavam a obedi\u00eancia \u00e0s regras internacionais de circula\u00e7\u00e3o de mercadorias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) crescimento das rela\u00e7\u00f5es mercantis, que passaram a envolver territ\u00f3rios mais amplos e dist\u00e2ncias mais longas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) aumento da navega\u00e7\u00e3o oce\u00e2nica, que permitiu o estabelecimento de rela\u00e7\u00f5es comerciais regulares com a Am\u00e9rica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) avan\u00e7o das supersti\u00e7\u00f5es na Europa ocidental, que se difundiram a partir de contatos com povos do leste desse continente e da \u00c1sia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) aparecimento dos rel\u00f3gios, que foram inventados para calcular a dura\u00e7\u00e3o das viagens ultramarinas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>5) <em>\u201cTodos os testemunhos concordam em situar a origem da peste na \u00c1sia Central, onde ela existia em estado end\u00eamico. O grande viajante Ibn Batouta, que visitou a \u00cdndia Meridional pouco depois de 1342, assinalou-a ali. Em 1347, os pr\u00f3prios mong\u00f3is, que sitiavam o estabelecimento mercantil genov\u00eas em Caffa, no mar Negro, foram atingidos e, por um requinte de crueldade, enviaram v\u00e1rios cad\u00e1veres para a cidade atrav\u00e9s de suas m\u00e1quinas de guerra. Um navio que partiu de Caffa para a It\u00e1lia semeou, na passagem, a peste em Constantinopla [&#8230;] depois chegou a G\u00eanova: quando se deram conta do mal que transportavam e ordenaram que partisse, era tarde demais. A peste atacava a It\u00e1lia pelos portos. As cidades do interior n\u00e3o souberam organizar nenhuma defesa. \u201c<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: WOLFF, Philippe. <strong><em>Outono da Idade M\u00e9dia ou Primavera dos Tempos Modernos? <\/em><\/strong>S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1988. p. 15. (adaptado)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise permite associar a r\u00e1pida propaga\u00e7\u00e3o da Peste Negra, na Baixa Idade M\u00e9dia europeia, a fatores, como&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) o \u00eaxito das navega\u00e7\u00f5es ib\u00e9ricas na abertura do caminho mar\u00edtimo para as \u00cdndias orientais.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) a retomada das peregrina\u00e7\u00f5es a Jerusal\u00e9m ap\u00f3s a vit\u00f3ria dos crist\u00e3os europeus nas guerras das Cruzadas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) o aumento do interc\u00e2mbio comercial entre a China e os pa\u00edses europeus, interc\u00e2mbio esse estimulado e protegido nos dom\u00ednios do Imp\u00e9rio Mongol.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) a intensifica\u00e7\u00e3o das transa\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas entre o Ocidente europeu, em pleno renascimento comercial urbano, e o Oriente, atrav\u00e9s das cidades italianas e de Constantinopla.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) o dinamismo comercial dos Turcos Otomanos, ao transformarem a Constantinopla bizantina na Istambul moderna.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/0pCyDTU58joWkS8VoEB81RZP_7PmIAEB9A5eOD4I-MC0FcRw8X7cdooAlVk8lBLlHFl5Po5R6NtlktqAVwMdYNSuhyIKYwm-n3EhRaMAOsEoozoPOHBr93vjQ8qtXuypyAbO6HvZZM39ISLz2g\" alt=\"https:\/\/4.bp.blogspot.com\/-w1qX9UdRRWI\/VL00OgpFs1I\/AAAAAAAAB_s\/v4uR3Mv7g0c\/s1600\/Sociedade%2Bmedieval.png\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>6) A partir dos conhecimentos da hist\u00f3ria do feudalismo europeu, pode-se inferir que, na ilustra\u00e7\u00e3o,&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) as classes sociais relacionavam-se de forma harmoniosa por incorporarem em suas mentes os princ\u00edpios elementares do cristianismo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) os grupos sociais poderiam modificar-se ao longo do tempo, pois isso dependia fundamentalmente da vontade do poder divino do papa.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) as terras dos feudos eram divididas igualmente entre os v\u00e1rios segmentos sociais, priorizando-se os que dependiam dela para sobreviv\u00eancia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) a organiza\u00e7\u00e3o social possibilitava a mobilidade, permitindo a ascens\u00e3o dos indiv\u00edduos que trabalhassem e acumulassem riqueza material.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) a estrutura da sociedade era marcada pela aus\u00eancia de mobilidade, sendo caracterizada por uma hierarquia social dominada por uma institui\u00e7\u00e3o crist\u00e3.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>7)<em> &#8220;Tem-se como absolutamente certo que, a partir do fim do s\u00e9culo VIII, a Europa Ocidental regrediu ao estado de regi\u00e3o exclusivamente agr\u00edcola. \u00c9 a terra a \u00fanica fonte de subsist\u00eancia e a \u00fanica condi\u00e7\u00e3o de riqueza. Todas as classes da popula\u00e7\u00e3o, desde o imperador, que n\u00e3o possu\u00eda outras rendas al\u00e9m das de suas terras, at\u00e9 o mais humilde dos servos, todos viviam direta ou indiretamente, dos produtos do solo, fossem eles fruto de seu trabalho, ou consistissem, apenas, no ato de colh\u00ea-los e consumi-los. [&#8230;] Toda a exist\u00eancia social funda-se na propriedade ou na posse da terra.&#8221; &nbsp; <\/em>(PIRENNE, H<strong><em>. &#8220;Hist\u00f3ria econ\u00f4mica e social da Idade M\u00e9dia&#8221;<\/em><\/strong>. S\u00e3o Paulo: Mestre Jou, 1968. p.13.)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com os conhecimentos sobre o tema e a sociedade feudal europeia, \u00e9 correto afirmar:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>I. As terras comunais, pastagens naturais, p\u00e2ntanos e florestas eram consideradas propriedade leg\u00edtima dos camponeses.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>II. O rei, considerado soberano absoluto, tinha o poder de administrar os feudos de seus s\u00faditos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>III. Os la\u00e7os de vassalagem tamb\u00e9m se realizavam entre os senhores feudais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>IV. Os servos eram obrigados a prestar servi\u00e7os nas terras do manso senhorial para o sustento do senhor feudal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que cont\u00e9m todas as afirmativas corretas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) I e II.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) I e III.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) III e IV.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) I, II e IV.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) II, III e IV.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>8) Durante o feudalismo europeu, este tipo de obriga\u00e7\u00e3o, que era cumprida atrav\u00e9s de trabalho gratuito nas terras senhoriais, era denominada de&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) talha.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) banalidades.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) m\u00e3o-morta.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) ped\u00e1gio.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) corveia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>9)Relacione o Renascimento Urbano e Comercial com as Cruzadas, ambos epis\u00f3dios hist\u00f3ricos delimitados entre os s\u00e9culos XI e XIII.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>10)Objeto de in\u00fameras cr\u00edticas \u2013 muitas procedentes \u2013 a Igreja cat\u00f3lica foi uma das mais importantes institui\u00e7\u00f5es medievais europeias, influenciando a sociedade, a cultura, a economia etc.&nbsp; Indique pelo menos DUAS formas de atua\u00e7\u00e3o da Igreja que tenham um car\u00e1ter positivo e contr\u00e1rio \u00e0quela imagem de uma institui\u00e7\u00e3o meramente repressiva, fan\u00e1tica e obscurantista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>11) <em>&#8220;O trono real n\u00e3o \u00e9 o trono de um homem, mas o trono do pr\u00f3prio Deus. Os reis s\u00e3o deuses e participam de alguma maneira da independ\u00eancia divina. O rei v\u00ea de mais longe e de mais alto; deve acreditar-se que ele v\u00ea melhor&#8230;&#8221;<\/em> (Jacques Bossuet.) &nbsp; Essa&nbsp; afirma\u00e7\u00e3o refere-se ao contexto?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) do s\u00e9culo XII, na Fran\u00e7a, no qual ocorria uma profunda ruptura entre Igreja e Estado pelo fato de o Papa almejar o exerc\u00edcio do poder mon\u00e1rquico por ser representante de Deus.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) do s\u00e9culo X, na Inglaterra, no qual a Igreja Cat\u00f3lica atuava em total acordo com a nobreza feudal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) do s\u00e9culo XVIII, na Inglaterra, no qual foi desenvolvida a concep\u00e7\u00e3o iluminista de governo, como est\u00e1 exposta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) do s\u00e9culo XVII, na Fran\u00e7a, no qual se consolidavam as monarquias nacionais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) do s\u00e9culo XVI, na Espanha, no momento da uni\u00e3o dos tronos de Arag\u00e3o e Castela.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>12) Pelo Edito de Nantes, em 1598, Henrique IV da Fran\u00e7a&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) reprimiu violentamente os protestantes em Paris, no acontecimento conhecido como &#8220;A Noite de S\u00e3o Bartolomeu&#8221;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) instituiu a cobran\u00e7a de impostos territoriais somente para os protestantes franceses.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) estabeleceu a igualdade pol\u00edtica entre os diferentes credos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) diminuiu o poder dos cat\u00f3licos franceses, assegurando a supremacia pol\u00edtica aos huguenotes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) concentrou todo o poder em suas m\u00e3os, implantando o absolutismo na Fran\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>13)Oriundo da crise do feudalismo, o Estado Absolutista representou a organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dominante na sociedade europeia entre os s\u00e9culos XV e XVIII, podendo ser caracterizado pela:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) supress\u00e3o dos monop\u00f3lios comerciais, possibilitando o desenvolvimento das manufaturas nacionais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) quebra das barreiras regionalistas do feudo e da comuna, agilizando e integrando a economia nacional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) aboli\u00e7\u00e3o das formas de explora\u00e7\u00e3o das terras t\u00edpicas do feudalismo, tornando a sociedade mais din\u00e2mica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) ascens\u00e3o pol\u00edtica do grupo burgu\u00eas, que passa a gerir o Estado segundo seus interesses particulares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) aus\u00eancia efetiva de instrumento de controle, quer no plano moral ou temporal, sobre o poder do rei.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>14) <em>&#8220;O soberano n\u00e3o \u00e9 propriet\u00e1rio de seus s\u00faditos. Deve respeitar sua liberdade e seus bens em conformidade com a lei divina e com a lei natural. Deve governar de acordo com os costumes, verdadeira constitui\u00e7\u00e3o consuetudin\u00e1ria. (&#8230;) O pr\u00edncipe apresenta-se como \u00e1rbitro supremo entre as ordens e os corpos. Deve impor a sua vontade aos mais poderosos de seus s\u00faditos. Consegue-o na medida em que esses necessitam dessa arbitragem.&#8221; &nbsp; <\/em>(Andr\u00e9 Corvisier, HIST\u00d3RIA MODERNA.)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esta \u00e9 uma das caracteriza\u00e7\u00f5es poss\u00edveis&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) dos governos coloniais da Am\u00e9rica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) das rela\u00e7\u00f5es entre fi\u00e9is e as Igrejas Protestantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) do Imp\u00e9rio Carol\u00edngio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) dos califados isl\u00e2micos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) das monarquias absolutistas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>15)<em>\u201dEm 1726, o comerciante Francisco da Cruz contou, em uma carta, que estava para fazer uma viagem \u00e0 Vila de Pitangui, onde os paulistas tinham acabado de se revoltar contra a ordem do rei. Temeroso de enfrentar os perigos que cercavam a jornada, escreveu ao grande comerciante portugu\u00eas de quem era apenas um representante em Minas Gerais, chamado Francisco Pinheiro, e que, devido a sua import\u00e2ncia e riqueza, frequentava, no Reino, a corte do rei Dom Jo\u00e3o V. Pedia, nessa carta, que, por Francisco Pinheiro estar mais junto aos c\u00e9us, servisse de seu intermedi\u00e1rio e lhe fizesse o favor de \u201cme encomendar a Deus e \u00e0 sua M\u00e3e Sant\u00edssima, para que me livrem destes perigos e de outros semelhantes\u201d.<\/em> Carta 161, Mar\u00e7o 29, f. 194. Apud LISANTI FILHO, Lu\u00eds. Neg\u00f3cios coloniais: uma correspond\u00eancia comercial do s\u00e9culo XVIII. Bras\u00edlia\/S\u00e3o Paulo: Minist\u00e9rio da Fazenda\/Vis\u00e3o Editorial, 1973. Resumo adaptado&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nas informa\u00e7\u00f5es desse texto, \u00e9 poss\u00edvel concluir-se que a iniciativa de Francisco da Cruz revela um conjunto de atitudes t\u00edpicas da \u00e9poca moderna. \u00c9 correto afirmar que essas atitudes podem ser explicitadas a partir da teoria estabelecida por:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a)Nicolau Maquiavel, que acreditava que, para se alcan\u00e7ar a unidade na pol\u00edtica de uma na\u00e7\u00e3o, todos os fins justificam os meios;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b)Etienne de La Bo\u00e9tie, que sustentava que os homens se submetiam voluntariamente a seus soberanos a partir da aceita\u00e7\u00e3o do contrato social;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c)Thomas Morus, que idealizou uma sociedade ut\u00f3pica, sem propriedades ou desigualdades, em que os governantes eram escolhidos democraticamente;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d)Jacques Bossuet, que defendia o direito divino dos reis apoiado numa vis\u00e3o hier\u00e1rquica dos homens e da pol\u00edtica, como extens\u00e3o da corte celestial.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1) Impossibilitados de defender o reino, os soberanos delegaram poder aos senhores feudais. Por isso, e com vistas a se auto protegerem, os senhores procuraram relacionar-se diretamente.&nbsp; Sobre a cita\u00e7\u00e3o \u00e9 correto afirmar:&nbsp; a) A rela\u00e7\u00e3o de suserania e vassalagem serviu para preservar a situa\u00e7\u00e3o inferior do servo.&nbsp; b) A descentraliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica fez com que&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":14430,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[10],"class_list":["post-14432","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-1-ano-medio","tag-historia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14432","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14432"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14432\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14433,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14432\/revisions\/14433"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14430"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14432"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14432"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14432"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}