{"id":16230,"date":"2023-10-07T18:37:00","date_gmt":"2023-10-07T18:37:00","guid":{"rendered":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/?p=16230"},"modified":"2023-10-07T18:37:00","modified_gmt":"2023-10-07T18:37:00","slug":"3o-trimestre-bateria-de-questoes-de-historia-1o-ano-em","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/2023\/10\/07\/3o-trimestre-bateria-de-questoes-de-historia-1o-ano-em\/","title":{"rendered":"3\u00ba Trimestre &#8211; Bateria de Quest\u00f5es de Hist\u00f3ria &#8211; 1\u00ba Ano EM"},"content":{"rendered":"\n<p>01)A expans\u00e3o mar\u00edtima e comercial empreendida pelos portugueses nos s\u00e9culos XV e XVI est\u00e1 ligada:<\/p>\n\n\n\n<p>a) aos interesses mercantis voltados para as &#8220;especiarias&#8221; do Oriente, respons\u00e1veis inclusive, pela n\u00e3o explora\u00e7\u00e3o do ouro e do marfim africanos encontrados ainda no s\u00e9culo XV;<\/p>\n\n\n\n<p>b) \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o mar\u00edtima lusitana, direcionada para o &#8220;mar Oceano&#8221; (Atl\u00e2ntico) em busca de ilhas fabulosas e grandes tesouros;<\/p>\n\n\n\n<p>c) \u00e0 exist\u00eancia de planos meticulosos tra\u00e7ados pelos s\u00e1bios da Escola de Sagres, que previam poder alcan\u00e7ar o Oriente navegando para o Ocidente;<\/p>\n\n\n\n<p>d) a diversas casualidades que, aliadas aos conhecimentos geogr\u00e1ficos mu\u00e7ulmanos, permitiram avan\u00e7ar sempre para o Sul e assim, atingir as \u00cdndias;<\/p>\n\n\n\n<p>e) ao car\u00e1ter sistem\u00e1tico que assumiu a empresa mercantil, explorando o litoral africano, mas sempre em busca da &#8220;passagem&#8221; que levaria \u00e0s \u00cdndias.<\/p>\n\n\n\n<p>02)Foi fator relevante para o pioneirismo portugu\u00eas na expans\u00e3o mar\u00edtima e comercial europeia dos s\u00e9culos XV e XVI:<\/p>\n\n\n\n<p>a) a precoce centraliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, somada \u00e0 exist\u00eancia de um grupo mercantil interessado na expans\u00e3o e \u00e0 presen\u00e7a de t\u00e9cnicos e s\u00e1bios, inclusive estrangeiros;<\/p>\n\n\n\n<p>b) a posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica de Portugal \u2013 na entrada do Mediterr\u00e2neo, voltado para o Atl\u00e2ntico e pr\u00f3ximo do Norte da \u00c1frica \u2013, sem a qual, todas as demais vantagens seriam nulas;<\/p>\n\n\n\n<p>c) o poder da nobreza portuguesa, inibindo a influ\u00eancia retr\u00f3grada da Igreja Cat\u00f3lica, que combatia os avan\u00e7os cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos como interven\u00e7\u00f5es pecaminosas nos dom\u00ednios de Deus;<\/p>\n\n\n\n<p>d) a descentraliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-administrativa do Estado portugu\u00eas, possibilitando a contribui\u00e7\u00e3o de cada setor p\u00fablico e social na organiza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica da expans\u00e3o mar\u00edtima;<\/p>\n\n\n\n<p>e) o interesse do clero portugu\u00eas na expans\u00e3o do cristianismo, que fez da Igreja Cat\u00f3lica o principal financiador das conquistas, embora exigisse, em contrapartida, a presen\u00e7a constante da cruz.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>03)&#8221;As grandes mudan\u00e7as que se verificam na arte n\u00e1utica durante a segunda metade do s\u00e9culo XV levam a crer na possibilidade de chegar-se, contornando o continente africano, \u00e0s terras do Oriente. N\u00e3o se pode afirmar, contudo, que a ambi\u00e7\u00e3o de atingir por via mar\u00edtima esses pa\u00edses de f\u00e1bula presidissem as navega\u00e7\u00f5es do per\u00edodo henriquino, animada por objetivos estritamente mercantis. (&#8230;) Com a expedi\u00e7\u00e3o de Ant\u00e3o Gon\u00e7alves, inicia-se em 1441 o tr\u00e1fico negreiro para o Reino (&#8230;) Da mesma viagem procede o primeiro ouro em p\u00f3, ainda que escasso, resgatado naquelas partes. O marfim, cujo com\u00e9rcio se achava at\u00e9 ent\u00e3o em m\u00e3os de mercadores \u00e1rabes, come\u00e7am a transport\u00e1-lo os barcos lusitanos, por volta de 1447.&#8221; (S\u00e9rgio Buarque de Holanda, Etapas dos descobrimentos portugueses.)<\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que melhor resume o conte\u00fado do trecho acima:<\/p>\n\n\n\n<p>a) A descoberta do continente americano por espanh\u00f3is, e depois, por portugueses, revela o grande anseio dos navegadores ib\u00e9ricos por chegar \u00e0s riquezas do Oriente atrav\u00e9s de uma rota pelo Ocidente.<\/p>\n\n\n\n<p>b) Os portugueses logo abandonaram as viagens de descoberta para o Oriente atrav\u00e9s do Atl\u00e2ntico, visto que lhes bastavam as riquezas alcan\u00e7adas na \u00c1frica, ou seja, ouro, marfim e escravos.<\/p>\n\n\n\n<p>c) Embora a descoberta de uma rota africana para o Oriente fosse para os portugueses, algo cada vez mais realiz\u00e1vel em raz\u00e3o dos avan\u00e7os t\u00e9cnicos, foi a explora\u00e7\u00e3o comercial da costa africana o que, de fato, impulsionou as viagens do per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>d) As navega\u00e7\u00f5es portuguesas, \u00e0 \u00e9poca de D. Henrique, eram motivadas, acima de tudo, pelo exotismo fabuloso do Oriente; secundariamente, contudo, dedicavam-se os portugueses ao com\u00e9rcio de escravos, ouro e marfim, sobretudo na costa africana.<\/p>\n\n\n\n<p>e) Durante o per\u00edodo henriquino, os grandes aperfei\u00e7oamentos t\u00e9cnicos na arte n\u00e1utica permitiram aos portugueses chegar ao Oriente contornando o continente africano.<\/p>\n\n\n\n<p>04)&#8221;Sem d\u00favida, a atra\u00e7\u00e3o para o mar foi incentivada pela posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do pa\u00eds, pr\u00f3ximo \u00e0s ilhas do Atl\u00e2ntico e \u00e0 costa da \u00c1frica. Dada a tecnologia da \u00e9poca, era importante contar com correntes mar\u00edtimas favor\u00e1veis, e elas come\u00e7avam exatamente nos portos portugueses&#8230; Mas h\u00e1 outros fatores da hist\u00f3ria portuguesa t\u00e3o ou mais importantes.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que apresenta outros fatores da participa\u00e7\u00e3o portuguesa na expans\u00e3o mar\u00edtima e comercial europeia, al\u00e9m da posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica:<\/p>\n\n\n\n<p>a) O apoio da Igreja Cat\u00f3lica, desde a aclama\u00e7\u00e3o do primeiro rei de Portugal, j\u00e1 visava tanto \u00e0 expans\u00e3o econ\u00f4mica quanto \u00e0 religiosa, que a expans\u00e3o mar\u00edtima iria concretizar.<\/p>\n\n\n\n<p>b) Para o grupo mercantil, a expans\u00e3o mar\u00edtima era comercial e aumentava os neg\u00f3cios, superando a crise do s\u00e9culo. Para o Estado, trazia maiores rendas; para a nobreza, cargos e pens\u00f5es; para a Igreja Cat\u00f3lica, maior cristianiza\u00e7\u00e3o dos &#8220;povos b\u00e1rbaros&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>c) O pioneirismo portugu\u00eas&nbsp; deve-se mais ao atraso dos seus rivais, envolvidos em disputas din\u00e1sticas, do que a fatores pr\u00f3prios do processo hist\u00f3rico, econ\u00f4mico, pol\u00edtico e social de Portugal.<\/p>\n\n\n\n<p>d) Desde o seu in\u00edcio, a expans\u00e3o mar\u00edtima, embora contasse com o apoio entusiasmado do grupo mercantil, recebeu o combate dos propriet\u00e1rios agr\u00edcolas, para quem os disp\u00eandios com o com\u00e9rcio eram perdul\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>e) Ao liderar a arraia-mi\u00fada na Revolu\u00e7\u00e3o de Avis, a burguesia manteve a independ\u00eancia de Portugal, centralizou o poder e imp\u00f4s ao Estado o seu interesse espec\u00edfico na expans\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>05)Acerca da expans\u00e3o mar\u00edtima comercial implementada pelo Reino Portugu\u00eas, podemos afirmar que:<\/p>\n\n\n\n<p>a) a conquista de Ceuta marcou o in\u00edcio da expans\u00e3o, ao possibilitar a acumula\u00e7\u00e3o de riquezas para a manuten\u00e7\u00e3o do empreendimento.<\/p>\n\n\n\n<p>b) a conquista da Ba\u00eda de Arguim permitiu a Portugal montar uma feitoria e manter o controle sobre important\u00edssima rota comercial intra-africana.<\/p>\n\n\n\n<p>c) a instala\u00e7\u00e3o da feitoria de S\u00e3o Paulo de Luanda possibilitou a montagem de grande rede de abastecimento de escravos para o mercado europeu.<\/p>\n\n\n\n<p>d) o dom\u00ednio portugu\u00eas de Piro e Sidon e o consequente monop\u00f3lio de especiarias do Oriente Pr\u00f3ximo tornaram desinteressante a conquista da \u00cdndia.<\/p>\n\n\n\n<p>e) a expans\u00e3o da lavoura a\u00e7ucareira escravista na Ilha da Madeira, ap\u00f3s 1510, aumentou o pre\u00e7o dos escravos, tanto nos portos africanos quanto nas pra\u00e7as brasileiras.<\/p>\n\n\n\n<p>06)O descobrimento do Brasil foi parte do plano imperial da Coroa Portuguesa, no s\u00e9culo XV. Embora n\u00e3o houvesse interesse espec\u00edfico de expans\u00e3o para o Ocidente,<\/p>\n\n\n\n<p>a) a posse de terras no Atl\u00e2ntico ocidental consolidava a hegemonia portuguesa neste Oceano.<\/p>\n\n\n\n<p>b) o Brasil era uma alternativa mercantil ao com\u00e9rcio portugu\u00eas no Oriente.<\/p>\n\n\n\n<p>c) o desvio da esquadra de Cabral seguia a mesma inspira\u00e7\u00e3o de Colombo para chegar \u00e0s \u00cdndias.<\/p>\n\n\n\n<p>d) a procura de terras no Ocidente foi uma rea\u00e7\u00e3o de Portugal ao Tratado de Tordesilhas, que o afastava da Am\u00e9rica.<\/p>\n\n\n\n<p>e) essa descoberta foi mero acaso, provocado pelas intemp\u00e9ries que desviaram a esquadra da rota da \u00cdndia.<\/p>\n\n\n\n<p>07)Enquanto os portugueses escutavam a missa com muito \u201cprazer e devo\u00e7\u00e3o\u201d, a praia encheu-se de nativos. Eles sentavam-se l\u00e1 surpresos com a complexidade do ritual que observavam ao longe. Quando D. Henrique acabou a prega\u00e7\u00e3o, os ind\u00edgenas se ergueram e come\u00e7aram a soprar conchas e buzinas, saltando e dan\u00e7ando (\u2026) N\u00e1ufragos Degredados e Traficantes (Eduardo Bueno)<\/p>\n\n\n\n<p>Este contato amistoso entre brancos e \u00edndios era preservado:<\/p>\n\n\n\n<p>a) pela Igreja, que sempre respeitou a cultura ind\u00edgena no decurso da catequese.<\/p>\n\n\n\n<p>b) at\u00e9 o in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o quando o \u00edndio, vitimado por doen\u00e7as, escravid\u00e3o e exterm\u00ednio, passou a ser descrito como sendo selvagem, indolente e canibal.<\/p>\n\n\n\n<p>c) pelos colonos que escravizaram somente o africano na atividade produtiva de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>d) em todos os per\u00edodos da Hist\u00f3ria Colonial Brasileira, passando a figura do \u00edndio para o imagin\u00e1rio social como \u201co bom selvagem e forte colaborador da coloniza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>e) sobretudo pelo governo colonial, que tomou v\u00e1rias medidas para impedir o genoc\u00eddio e a escravid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>08)A \u201cCarta de Pero Vaz de Caminha\u201d, escrita em 1500, \u00e9 considerada como um dos documentos fundadores da Terra Brasilis e reflete, em seu texto, valores gerais da cultura renascentista, dentre os quais se destaca:<\/p>\n\n\n\n<p>a) a vis\u00e3o do \u00edndio como pertencente ao universo n\u00e3o religioso, tendo em conta sua antropofagia;<\/p>\n\n\n\n<p>b) a informa\u00e7\u00e3o sobre os preconceitos desenvolvidos pelo renascimento no que tange \u00e0 impossibilidade de se formar nos tr\u00f3picos uma civiliza\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica e moderna;<\/p>\n\n\n\n<p>c) a identifica\u00e7\u00e3o do Novo Mundo como uma \u00e1rea de insucesso devido \u00e0 elevada temperatura que nada deixaria produzir;<\/p>\n\n\n\n<p>d) a observa\u00e7\u00e3o da natureza e do homem do Novo Mundo como resultado da experi\u00eancia da nova vis\u00e3o de homem, caracter\u00edstica do s\u00e9culo XV;<\/p>\n\n\n\n<p>e) a considera\u00e7\u00e3o da natureza e do homem como inferiores ao que foi projetado por Deus na G\u00eanese.<\/p>\n\n\n\n<p>09)Os primeiros 30 anos da \u201cdescoberta\u201d do Brasil s\u00e3o designados como per\u00edodo pr\u00e9-colonial.&nbsp; Apresente DUAS caracter\u00edsticas desse per\u00edodo em rela\u00e7\u00e3o ao dom\u00ednio portugu\u00eas na luso-Am\u00e9rica.<\/p>\n\n\n\n<p>_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>10)O Tratado de 1494 entre as monarquias ib\u00e9ricas (Portugal e Espanha) determinou que tipo de situa\u00e7\u00e3o entre esses reinos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s possess\u00f5es no ultramar?<\/p>\n\n\n\n<p>__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>11)O que foram movimentos NATIVISTAS?<\/p>\n\n\n\n<p>__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>12)Qual a diferen\u00e7a destes com as inconfid\u00eancias posteriores?<\/p>\n\n\n\n<p>___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>13)Qual a motiva\u00e7\u00e3o do ataque da WIC (Cia. Holandesa das \u00cdndias Ocidentais) contra o nordeste brasileiro, dentro do conflito maior entre Espanha e Holanda?<\/p>\n\n\n\n<p>___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>14)Entre os diferentes momentos do bandeirantismo paulista na segunda metade do s\u00e9culo XVII, o que foi o Sertanismo de Contrato?<\/p>\n\n\n\n<p>___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>15)O que era a chamada <em>Derrama<\/em> e em que situa\u00e7\u00e3o ela ocorria, na regi\u00e3o mineradora?<\/p>\n\n\n\n<p>___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>01)A expans\u00e3o mar\u00edtima e comercial empreendida pelos portugueses nos s\u00e9culos XV e XVI est\u00e1 ligada: a) aos interesses mercantis voltados para as &#8220;especiarias&#8221; do Oriente, respons\u00e1veis inclusive, pela n\u00e3o explora\u00e7\u00e3o do ouro e do marfim africanos encontrados ainda no s\u00e9culo XV; b) \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o mar\u00edtima lusitana, direcionada para o &#8220;mar Oceano&#8221; (Atl\u00e2ntico) em busca de&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[10],"class_list":["post-16230","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-1-ano-medio","tag-historia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16230","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16230"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16230\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16231,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16230\/revisions\/16231"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16230"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16230"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16230"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}