{"id":16236,"date":"2023-10-07T18:52:39","date_gmt":"2023-10-07T18:52:39","guid":{"rendered":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/?p=16236"},"modified":"2023-10-07T18:53:54","modified_gmt":"2023-10-07T18:53:54","slug":"3o-trimestre-bateria-de-questoes-de-filosofia-2o-ano-em","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/2023\/10\/07\/3o-trimestre-bateria-de-questoes-de-filosofia-2o-ano-em\/","title":{"rendered":"3\u00ba Trimestre &#8211; Bateria de Quest\u00f5es de Filosofia &#8211; 3\u00ba Ano EM"},"content":{"rendered":"\n<p>1)A Filosofia, como conhecemos hoje, ou seja, no sentido de um conhecimento racional e sistem\u00e1tico, foi uma atividade que, segundo se defende na hist\u00f3ria da filosofia, iniciou na Gr\u00e9cia Antiga. Defende-se isso a partir do entendimento de que a sociedade grega reunia caracter\u00edsticas favor\u00e1veis a essa forma de express\u00e3o pautada por uma investiga\u00e7\u00e3o racional. Essas caracter\u00edsticas eram:<\/p>\n\n\n\n<p>I) poesia grega, religi\u00e3o grega e condi\u00e7\u00f5es sociopol\u00edticas.<\/p>\n\n\n\n<p>II) poesia grega, trag\u00e9dia grega e mitologia grega.<\/p>\n\n\n\n<p>III) poesia grega, matem\u00e1tica grega e condi\u00e7\u00f5es sociopol\u00edticas.<\/p>\n\n\n\n<p>IV) poesia grega, matem\u00e1tica grega e cristianismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e3o corretas?<\/p>\n\n\n\n<p>a)II e III<\/p>\n\n\n\n<p>b)apenas a I<\/p>\n\n\n\n<p>c)I, II e III<\/p>\n\n\n\n<p>d)Todas est\u00e3o corretas<\/p>\n\n\n\n<p>2)\u201c<em>Originalmente concebida e acionada para emancipar os homens, a moderna ci\u00eancia est\u00e1 hoje a servi\u00e7o do capital, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de classe. A ci\u00eancia e a t\u00e9cnica nas m\u00e3os dos poderosos [&#8230;] controlam a vida dos homens, subjuga-os ao interesse do capital. A produ\u00e7\u00e3o de bens segue uma l\u00f3gica t\u00e9cnica, e n\u00e3o \u00e0 l\u00f3gica das necessidades reais dos homens<\/em>.\u201d FREITAG, B. <strong>A teoria Cr\u00edtica ontem e hoje<\/strong>, S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 1986, p.94.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A autora nos apresenta a vis\u00e3o da Escola de Frankfurt acerca do papel desempenhado pela ci\u00eancia e pela tecnologia na moderna economia capitalista. Sobre este papel, considere as afirmativas abaixo:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>I. A ci\u00eancia e a t\u00e9cnica, al\u00e9m de serem for\u00e7as produtivas, funcionam como ideologias para legitimar o sistema capitalista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>II. Nas m\u00e3os do poder econ\u00f4mico e pol\u00edtico, a tecnologia e a ci\u00eancia s\u00e3o empregadas para impedir que as pessoas tomem consci\u00eancia de suas condi\u00e7\u00f5es de desigualdade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>III. A dimens\u00e3o emancipadora e cr\u00edtica da racionalidade moderna foi valorizada na economia capitalista, pois muitas das reivindica\u00e7\u00f5es dos trabalhadores foram atendidas a partir do advento da tecnologia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>IV. Na economia capitalista, produz-se com efic\u00e1cia o que d\u00e1 lucro e n\u00e3o aquilo que os homens necessitam e gostariam de ter ou usar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e3o corretas as afirmativas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) I e III &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; b) II e III&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; c) III e IV &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; d) I, II e IV&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; e) II, III e IV<\/p>\n\n\n\n<p>3)A filosofia, no que tem de realidade, concentra-se na vida humana e deve ser referida sempre a esta para ser plenamente compreendida, pois somente nela e em fun\u00e7\u00e3o dela adquire seu ser efetivo. VITA, Lu\u00eds Washington. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Filosofia, 1964, p. 20.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre esse aspecto do conhecimento filos\u00f3fico, \u00e9 CORRETO afirmar que&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) a consci\u00eancia filos\u00f3fica impossibilita o distanciamento para avaliar os fundamentos dos atos humanos e dos fins aos quais eles se destinam.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) um dos pontos fundamentais da filosofia \u00e9 o desejo de conhecer as ra\u00edzes da realidade, investigando-lhe o sentido, o valor e a finalidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) a filosofia \u00e9 o estudo parcial de tudo aquilo que \u00e9 objeto do conhecimento particular.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) o conhecimento filos\u00f3fico \u00e9 trabalho intelectual, de car\u00e1ter assistem\u00e1tico, pois se contenta com as respostas para as quest\u00f5es colocadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>4)A ci\u00eancia desconfia da veracidade de nossas certezas, de nossa ades\u00e3o imediata \u00e0s coisas, da aus\u00eancia de cr\u00edtica e da falta de curiosidade. Por isso, onde vemos coisas, fatos e acontecimentos, a atitude cient\u00edfica v\u00ea problemas e obst\u00e1culos, apar\u00eancias que precisam ser explicadas. CHAUI, Marilena. Convite \u00e0 filosofia. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica, 2003. p. 218.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com base na afirma\u00e7\u00e3o precedente pode-se afirmar que:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) a ci\u00eancia, ao contr\u00e1rio do senso comum, \u00e9 um conhecimento objetivo, quantitativo e generalizador, que se op\u00f5e ao car\u00e1ter dogm\u00e1tico e subjetivo do senso comum.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) a ci\u00eancia domina o imagin\u00e1rio contempor\u00e2neo. Isso significa que, cada vez mais, confiamos no testemunho de nossos sentidos que promovem uma ades\u00e3o acr\u00edtica \u00e0 realidade dada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) a ci\u00eancia existe para confirmar nossas certezas cotidianas, utilizando um pensamento assistem\u00e1tico que despreza o trabalho da raz\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) a rigor, a ci\u00eancia complementa o senso comum, mas banindo os obst\u00e1culos e problemas observados por nossa percep\u00e7\u00e3o imediata das coisas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>5)A palavra filosofia \u00e9 grega. \u00c9 composta por duas outras: <em>philo<\/em> e <em>sophia<\/em>. <em>Philo <\/em>deriva-se de <em>philia<\/em>, que significa amizade, amor fraterno, respeito entre os iguais. <em>Sophia<\/em> quer dizer sabedoria e dela vem a palavra <em>sophos<\/em>, s\u00e1bio.<\/p>\n\n\n\n<p>Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fil\u00f3sofo: o que ama a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber. Assim, filosofia indica um estado de esp\u00edrito, o da pessoa que ama, isto \u00e9, deseja o conhecimento, o estima, o procura e o respeita<\/em>.&nbsp; Chaui, Marilena. Convite \u00e0 Filosofia. \u00c1tica, 1995.<\/p>\n\n\n\n<p>No texto, a fil\u00f3sofa Marilena Chau\u00ed define o sentido da palavra filosofia, criada por Pit\u00e1goras. A filosofia nasce com o objetivo de:<\/p>\n\n\n\n<p>a) concordar com as explica\u00e7\u00f5es dadas pela mitologia.<\/p>\n\n\n\n<p>b) questionar o conhecimento m\u00edtico e buscar explica\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas e racionais para o universo.<\/p>\n\n\n\n<p>c) demonstrar a impossibilidade de constru\u00e7\u00e3o de um conhecimento verdadeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>d) atentar contra os deuses e desenvolver uma sociedade sem cren\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>6)&#8221;<em>Ningu\u00e9m se banha duas vezes no mesmo rio. Para os que entram nos mesmos rios, correm outras e novas \u00e1guas<\/em>.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Her\u00e1clito, Fragmentos<\/p>\n\n\n\n<p>Her\u00e1clito prop\u00f5e um caminho para o conhecimento oposto \u00e0 concep\u00e7\u00e3o de Parm\u00eanides. Na met\u00e1fora citada, o fil\u00f3sofo aponta para uma realidade em constante transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O pensamento de Her\u00e1clito pode ser caracterizado como:<\/p>\n\n\n\n<p>a) dedicado \u00e0 compreens\u00e3o de uma realidade imut\u00e1vel e permanente.<\/p>\n\n\n\n<p>b) definido pela impossibilidade de um conhecimento verdadeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>c) mobilista, definido pela eterna mudan\u00e7a e o constante devir.<\/p>\n\n\n\n<p>d) id\u00eantico ao pensamento de Tales de Mileto, que afirma que &#8220;tudo \u00e9 \u00e1gua&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>7)A Alegoria da Caverna (ou Mito da Caverna) \u00e9 uma met\u00e1fora escrita por Plat\u00e3o em seu livro <em>A Rep\u00fablica<\/em>. Nele, o fil\u00f3sofo utiliza seu mestre, S\u00f3crates, como personagem respons\u00e1vel por narrar a vida de um prisioneiro criado no fundo de uma caverna.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Um dia, esse prisioneiro liberta-se das correntes que o aprisiona e percorre o caminho da sa\u00edda da caverna. Ele contempla o mundo real fora da caverna e descobre que tudo o que vivera era falso, o que acreditava ser verdade, n\u00e3o passavam se sombras projetadas no fundo da caverna<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>A met\u00e1fora escrita por Plat\u00e3o cumpre um sentido did\u00e1tico para ensinar que:<\/p>\n\n\n\n<p>a) As sociedades antigas eram hostis e aprisionavam os cidad\u00e3os em cavernas.<\/p>\n\n\n\n<p>b) A filosofia \u00e9 respons\u00e1vel pelo aprisionamento da mente.<\/p>\n\n\n\n<p>c) O verdadeiro conhecimento surge da liberta\u00e7\u00e3o das correntes dos preconceitos e das opini\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>d) O verdadeiro conhecimento se d\u00e1 pela autoridade, aquilo que os fil\u00f3sofos dizem \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o da verdade.<\/p>\n\n\n\n<p>8)&#8221;<em>Se alguma coisa \u00e9 verdadeira, ent\u00e3o a verdade existe. Ora, Deus \u00e9 a pr\u00f3pria verdade, segundo S\u00e3o Jo\u00e3o, 14, 6: \u201cEu sou o caminho, a verdade e a vida.\u201d Por conseguinte, a exist\u00eancia de Deus \u00e9 evidente<\/em>.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino, <em>As cinco vias da prova da exist\u00eancia de Deus<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O trecho de S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino \u00e9 um exemplo claro da uni\u00e3o da raz\u00e3o e da l\u00f3gica com a f\u00e9. Essa caracter\u00edstica marca?<\/p>\n\n\n\n<p>a)o princ\u00edpio da argumenta\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>b)o princ\u00edpio da aceita\u00e7\u00e3o inquestion\u00e1vel;<\/p>\n\n\n\n<p>c)o princ\u00edpio da d\u00favida;<\/p>\n\n\n\n<p>d)o princ\u00edpio da nega\u00e7\u00e3o b\u00edblica.<\/p>\n\n\n\n<p>9)&#8221;<em>\u00c9 evidente que a cidade faz parte das coisas naturais, e que o homem \u00e9 por natureza um animal pol\u00edtico. (&#8230;) Como dizemos frequentemente, a natureza n\u00e3o faz nada em v\u00e3o; ora, o homem \u00e9 o \u00fanico entre os animais a ter linguagem [logos]. (&#8230;) Trata-se de uma caracter\u00edstica do homem ser ele o \u00fanico que tem o senso do bom e do mau, do justo e do injusto, bem como de outras no\u00e7\u00f5es deste tipo. \u00c9 a associa\u00e7\u00e3o dos que t\u00eam em comum essas no\u00e7\u00f5es que constitui a fam\u00edlia e o Estado<\/em>.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Arist\u00f3teles, Pol\u00edtica<\/p>\n\n\n\n<p>Arist\u00f3teles afirma que o homem \u00e9 um animal pol\u00edtico dotado de <em>logos. <\/em>Assim, \u00e9 <strong>incorreto <\/strong>dizer que:<\/p>\n\n\n\n<p>a) Os seres humanos podem viver facilmente afastados da vida social.<\/p>\n\n\n\n<p>b) Os seres humanos s\u00e3o capazes de julgar o que \u00e9 bom e o que \u00e9 mau.<\/p>\n\n\n\n<p>c) Os seres humanos s\u00e3o naturalmente destinados \u00e0 vida em sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>d) Os seres humanos s\u00e3o capazes de deliberar sobre o governo da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>10)\u201c<em>Deus est\u00e1 morto! Deus permanece morto! E quem o matou fomos n\u00f3s! Como haveremos de nos consolar, n\u00f3s os algozes dos algozes? O que o mundo possuiu, at\u00e9 agora, de mais sagrado e mais poderoso sucumbiu exangue aos golpes das nossas l\u00e2minas. Quem nos limpar\u00e1 desse sangue? Qual a \u00e1gua que nos lavar\u00e1<\/em>?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Friedrich Nietzche, Gaia Ci\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<p>Para lidar com a transvalora\u00e7\u00e3o dos valores no pensamento de Nietzsche, a anuncia\u00e7\u00e3o da &#8220;morte de Deus&#8221; \u00e9 essencial. Qual alternativa que reflete esse conceito?<\/p>\n\n\n\n<p>a)A morte de Deus desvaloriza o mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>b)A morte de Deus gera necessariamente um ambiente de caos e anarquia.<\/p>\n\n\n\n<p>c)A morte de Deus implica a perda das san\u00e7\u00f5es sobrenaturais sobre os valores.<\/p>\n\n\n\n<p>d)A morte de Deus impossibilita a supera\u00e7\u00e3o dos valores hoje aceitos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1)A Filosofia, como conhecemos hoje, ou seja, no sentido de um conhecimento racional e sistem\u00e1tico, foi uma atividade que, segundo se defende na hist\u00f3ria da filosofia, iniciou na Gr\u00e9cia Antiga. Defende-se isso a partir do entendimento de que a sociedade grega reunia caracter\u00edsticas favor\u00e1veis a essa forma de express\u00e3o pautada por uma investiga\u00e7\u00e3o racional. 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