{"id":17105,"date":"2024-06-20T23:38:17","date_gmt":"2024-06-20T23:38:17","guid":{"rendered":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/?p=17105"},"modified":"2024-06-25T19:10:53","modified_gmt":"2024-06-25T19:10:53","slug":"bateria-de-exercicios-de-historia-2o-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/2024\/06\/20\/bateria-de-exercicios-de-historia-2o-ano\/","title":{"rendered":"BATERIA DE QUEST\u00d5ES DE HIST\u00d3RIA &#8211; 2\u00ba ANO"},"content":{"rendered":"\n<p>OBRIGAT\u00d3RIA PARA OS ALUNOS EM RECUPERA\u00c7\u00c3O PARALELA.<\/p>\n\n\n\n<p>ENTREGA: 08\/07.<\/p>\n\n\n\n<p>01. (UFF) A aboli\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico africano pode ser considerado um dos principais fatores explicativos do definhamento progressivo do escravismo no Brasil. Privada da fonte atl\u00e2ntica de abastecimento de cativos, a classe senhorial do Imp\u00e9rio teve que apelar para o tr\u00e1fico interno entre as prov\u00edncias. Deste se beneficiou o sudeste, regi\u00e3o que concentrava 87% da popula\u00e7\u00e3o cativa do pa\u00eds entre 1870 e 1880. No ano de 1887, \u00e0s v\u00e9speras da Aboli\u00e7\u00e3o, 15% da popula\u00e7\u00e3o cativa estava na prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a op\u00e7\u00e3o que caracteriza melhor a din\u00e2mica da economia cafeeira no s\u00e9culo XIX em fun\u00e7\u00e3o do problema da m\u00e3o-de-obra.<\/p>\n\n\n\n<p>a) A cafeicultura do oeste paulista ancorada nas col\u00f4nias de parceria n\u00e3o se baseou no trabalho livre, mas em rela\u00e7\u00f5es semi-escravistas, como demonstra a revolta dos imigrantes de Rio Claro na d\u00e9cada de 40.<\/p>\n\n\n\n<p>b) A aboli\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico africano conduziu ao refor\u00e7o da escravid\u00e3o nas antigas prov\u00edncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais, sobretudo no Vale do Para\u00edba, ao contr\u00e1rio do ocorrido em S\u00e3o Paulo, cujos cafeicultores optaram, desde logo, pelo trabalho assalariado de imigrantes.<\/p>\n\n\n\n<p>c) A aboli\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico africano n\u00e3o conduziu, de imediato, \u00e0 crise do escravismo, uma vez que a popula\u00e7\u00e3o cativa do pa\u00eds aumentou extraordinariamente at\u00e9 a d\u00e9cada de 80, sobretudo no sudeste, gra\u00e7as ao crescimento vegetativo ocorrido entre africanos e crioulos.<\/p>\n\n\n\n<p>d) A crise da economia cafeeira no Vale do Para\u00edba Fluminense deveu-se mais ao desgaste dos cafezais plantados em encostas, do que \u00e0 falta de bra\u00e7os para a lavoura, ao passo que, no oeste paulista, a abund\u00e2ncia de solos de &#8220;terra roxa&#8221; e o trabalho dos colonos impulsionaram a cafeicultura da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>e) A expans\u00e3o cafeeira no sudeste desenvolveu-se com base no trabalho escravo, inclusive no oeste paulista, n\u00e3o obstante ali se tenha adotado, em larga escala, o trabalho juridicamente livre de imigrantes ao longo dos anos 80.<\/p>\n\n\n\n<p>02. (UFPE) Durante o s\u00e9culo XIX, a economia brasileira continuou essencialmente agro-exportadora. O surgimento de uma nova cultura deslocou o centro econ\u00f4mico do pa\u00eds de uma regi\u00e3o para outra, porque:<\/p>\n\n\n\n<p>a) A expans\u00e3o do mercado internacional do algod\u00e3o deslocou para o Maranh\u00e3o os capitais aplicados no tr\u00e1fico negreiro, tornando esta regi\u00e3o um grande setor econ\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<p>b) O Nordeste perdia para a Regi\u00e3o Norte grandes contingentes populacionais, tendo em vista a import\u00e2ncia da borracha para o com\u00e9rcio de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>c) O caf\u00e9, ao se tomar o produto de exporta\u00e7\u00e3o mais rent\u00e1vel, transformou a regi\u00e3o Sudeste no centro econ\u00f4mico mais importante do pa\u00eds, desequilibrando a rela\u00e7\u00e3o de poder no Imp\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p>d) A cultura do cacau associada \u00e0 da cana-de-a\u00e7\u00facar do Rec\u00f4ncavo Baiano deslocou para a regi\u00e3o Nordeste capitais empregados a explora\u00e7\u00e3o das minas.<\/p>\n\n\n\n<p>e) O crescimento das exporta\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00facar tornaram a regi\u00e3o Nordeste o centro econ\u00f4mico mais produtivo durante todo esse per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>03. (UFPE) A Independ\u00eancia do Brasil despertou interesses conflitantes tanto na \u00e1rea econ\u00f4mica quanto na \u00e1rea pol\u00edtica. Qual das alternativas apresenta esses conflitos?<\/p>\n\n\n\n<p>a) Os interesses econ\u00f4micos dos comerciantes portugueses se chocaram com o &#8220;liberalismo econ\u00f4mico&#8221; praticado pelos brasileiros, subordinados \u00e0 hegemonia da Inglaterra.<\/p>\n\n\n\n<p>b) A possibilidade de uma sociedade baseada na igualdade e na liberdade levou a jovem na\u00e7\u00e3o a abolir a escravid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>c) As col\u00f4nias espanholas tornaram-se independentes dentro do mesmo modelo brasileiro: monarquia absolutista.<\/p>\n\n\n\n<p>d) A Guerra da Independ\u00eancia dividiu as prov\u00edncias brasileiras entre o &#8220;partido portugu\u00eas&#8221; e o &#8220;partido brasileiro&#8221; , levando as Prov\u00edncias do Gr\u00e3o-Par\u00e1, Maranh\u00e3o, Bahia e Cisplatina a apoiarem, por unanimidade, a independ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>e) Os republicanos, os monarquistas constitucionalistas e os absolutistas lutaram lado a lado pela independ\u00eancia, n\u00e3o deixando que as suas diferen\u00e7as dificultassem o processo revolucion\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>04. (UFPE) Ap\u00f3s a Guerra do Paraguai, os temas mais pol\u00eamicos debatidos no parlamento brasileiro eram a(s):<\/p>\n\n\n\n<p>a) aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o e a nova estrat\u00e9gia militar para a ocupa\u00e7\u00e3o do Paraguai e Uruguai;<\/p>\n\n\n\n<p>b) aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o e a legitimidade do poder absoluto do imperador;<\/p>\n\n\n\n<p>c) Lei do Ventre Livre e o novo liberalismo econ\u00f4mico;<\/p>\n\n\n\n<p>d) aboli\u00e7\u00e3o do Tr\u00e1fico Negreiro e a propaganda republicana;<\/p>\n\n\n\n<p>e) Leis do Sexagen\u00e1rio e do 13 de maio, e o Positivismo.<\/p>\n\n\n\n<p>05. (PUC-PR) A respeito da economia e da sociedade no Segundo Reinado (1840-1889), complete as lacunas e assinale a alternativa correta:<\/p>\n\n\n\n<p>O caf\u00e9 foi o principal produto de exporta\u00e7\u00e3o do per\u00edodo, tendo na Prov\u00edncia do Rio de Janeiro m\u00e3o-de-obra basicamente __________. Em fun\u00e7\u00e3o da Guerra de Secess\u00e3o nos Estados Unidos, na d\u00e9cada de 1860 o a\u00e7\u00facar foi superado pelo(a) ________. Ocorreu a substitui\u00e7\u00e3o da m\u00e3o-de-obra escrava pelo trabalho do imigrante europeu na Prov\u00edncia de(a) __________, sendo que inicialmente se lhes aplicou o sistema de trabalho denominado __________. Confirmando e ampliando a forma\u00e7\u00e3o dos latif\u00fandios, em 1850 foi determinado por meio da __________, que terras p\u00fablicas s\u00f3 poderiam ser adquiridas mediante compra.<\/p>\n\n\n\n<p>a) assalariada &#8211; fumo &#8211; Bahia &#8211; parceria &#8211; Lei das Capitanias.<\/p>\n\n\n\n<p>b) escrava &#8211; cacau &#8211; Minas Gerais &#8211; coopera\u00e7\u00e3o &#8211; Lei das Concess\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>c) escrava &#8211; couro &#8211; S\u00e3o Paulo &#8211; harmonia &#8211; Lei Imobili\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>d) escrava &#8211; algod\u00e3o &#8211; S\u00e3o Paulo &#8211; parceria &#8211; Lei de Terras.<\/p>\n\n\n\n<p>e) assalariada &#8211; algod\u00e3o &#8211; S\u00e3o Paulo &#8211; parceria &#8211; Lei de Arras.<\/p>\n\n\n\n<p>06. (ENEM) &#8211; Constitui\u00e7\u00e3o de 1824:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cArt. 98. O Poder Moderador \u00e9 a chave de toda a organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, e \u00e9 delegado privativamente ao Imperador (\u2026) para que incessantemente vele sobre a manuten\u00e7\u00e3o da Independ\u00eancia, equil\u00edbrio, e harmonia dos demais poderes pol\u00edticos (\u2026) dissolvendo a C\u00e2mara dos Deputados nos casos em que o exigir a salva\u00e7\u00e3o do Estado.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Frei Caneca:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cO Poder Moderador da nova inven\u00e7\u00e3o maquiav\u00e9lica \u00e9 a chave mestra da opress\u00e3o da na\u00e7\u00e3o brasileira e o garrote mais forte da liberdade dos povos. Por ele, o imperador pode dissolver a C\u00e2mara dos Deputados, que \u00e9 a representante do povo, ficando sempre no gozo de seus direitos o Senado, que \u00e9 o representante dos apaniguados do imperador.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>(Voto sobre o juramento do projeto de Constitui\u00e7\u00e3o)<\/p>\n\n\n\n<p>Para Frei Caneca, o Poder Moderador definido pela Constitui\u00e7\u00e3o outorgada pelo Imperador em 1824 era<\/p>\n\n\n\n<p>a) adequado ao funcionamento de uma monarquia constitucional, pois os senadores eram escolhidos pelo Imperador.<\/p>\n\n\n\n<p>b) eficaz e respons\u00e1vel pela liberdade dos povos, porque garantia a representa\u00e7\u00e3o da sociedade nas duas esferas do poder legislativo.<\/p>\n\n\n\n<p>c) arbitr\u00e1rio, porque permitia ao Imperador dissolver a C\u00e2mara dos Deputados, o poder representativo da sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>d) neutro e fraco, especialmente nos momentos de crise, pois era incapaz de controlar os deputados representantes da Na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>e) capaz de responder \u00e0s exig\u00eancias pol\u00edticas da na\u00e7\u00e3o, pois supria as defici\u00eancias da representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>07. (UESPI) &#8211; A Constitui\u00e7\u00e3o de 1824, resultante da dissolu\u00e7\u00e3o da Assembleia Constituinte de 1823, marcou o in\u00edcio da institucionaliza\u00e7\u00e3o do poder mon\u00e1rquico no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa Constitui\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>a) criou o Poder Moderador de exclusividade do Imperador, o que na pr\u00e1tica significava conceder-lhe poderes quase absolutos.<\/p>\n\n\n\n<p>b) provocou a insatisfa\u00e7\u00e3o em diversas prov\u00edncias, estando na base da eclos\u00e3o de diversas rebeli\u00f5es, como a Confedera\u00e7\u00e3o do Equador, a Sabinada e o Contestado.<\/p>\n\n\n\n<p>c) favoreceu o reconhecimento do Brasil como na\u00e7\u00e3o independente, o que ocorreu sem reveses, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos por conta da doutrina Monroe.<\/p>\n\n\n\n<p>d) estabeleceu a elei\u00e7\u00e3o pelo voto censit\u00e1rio para os governadores das prov\u00edncias.<\/p>\n\n\n\n<p>e) determinou que representantes para o Senado e a C\u00e2mara seriam eleitos pelo voto direto e secreto.<\/p>\n\n\n\n<p>08. (FUVEST) &#8211; O sistema eleitoral adotado no Imp\u00e9rio brasileiro estabelecia o voto censit\u00e1rio. Essa afirma\u00e7\u00e3o significa que:<\/p>\n\n\n\n<p>a) o sufr\u00e1gio era indireto no que se referia \u00e0s elei\u00e7\u00f5es gerais.<\/p>\n\n\n\n<p>b) para ser eleitor era necess\u00e1rio possuir determinada renda anual.<\/p>\n\n\n\n<p>c) as elei\u00e7\u00f5es eram efetuadas em dois turnos sucessivos.<\/p>\n\n\n\n<p>d) o voto n\u00e3o era extensivo aos analfabetos e \u00e0s mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>e) por ocasi\u00e3o das elei\u00e7\u00f5es, realizava-se o recenseamento geral da popula\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>09. (ENEM) &#8211; A identidade negra n\u00e3o surge da tomada de consci\u00eancia de uma diferen\u00e7a de pigmenta\u00e7\u00e3o ou de uma diferen\u00e7a biol\u00f3gica entre popula\u00e7\u00f5es negras e brancas e(ou) negras e amarelas. Ela resulta de um longo processo hist\u00f3rico que come\u00e7a com o descobrimento, no s\u00e9culo XV, do continente africano e de seus habitantes pelos navegadores portugueses, descobrimento esse que abriu o caminho \u00e0s rela\u00e7\u00f5es mercantilistas com a \u00c1frica, ao tr\u00e1fico negreiro, \u00e0 escravid\u00e3o e, enfim, \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o do continente africano e de seus povos. K. Munanga. Algumas considera\u00e7\u00f5es sobre a diversidade e a identidade negra no Brasil. In: Diversidade na educa\u00e7\u00e3o: reflex\u00f5es e experi\u00eancias. Bras\u00edlia: SEMTEC\/MEC, 2003, p. 37.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao assunto tratado no texto acima, \u00e9 correto afirmar que&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) a coloniza\u00e7\u00e3o da \u00c1frica pelos europeus foi simult\u00e2nea ao descobrimento desse continente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) a exist\u00eancia de lucrativo com\u00e9rcio na \u00c1frica levou os portugueses a desenvolverem esse continente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) o surgimento do tr\u00e1fico negreiro foi posterior ao in\u00edcio da escravid\u00e3o no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) a explora\u00e7\u00e3o da \u00c1frica decorreu do movimento de expans\u00e3o europ\u00e9ia do in\u00edcio da Idade Moderna.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) a coloniza\u00e7\u00e3o da \u00c1frica antecedeu as rela\u00e7\u00f5es comerciais entre esse continente e a Europa.<\/p>\n\n\n\n<p>10. (FEPECS DF) &#8211; Leio o texto a seguir:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201c O sistema criado pela carta de 1824 e calcado sobre a tradi\u00e7\u00e3o portuguesa assume car\u00e1ter pr\u00f3ximo \u00e0 oligarquia que o imperador preside. A supremacia da coroa mitiga-se por \u00f3rg\u00e3os de controle sa\u00eddos das entranhas mon\u00e1rquicas, o Senado e o Conselho de Estado, e por via de um \u00f3rg\u00e3o dependente da elei\u00e7\u00e3o, a C\u00e2mara dos Deputados.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(Faoro, Raymundo. Os Donos do Poder. Rio de Janeiro, Ed. Globo, 1989,p. 291)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Ao outorgar a constitui\u00e7\u00e3o de 1824, D. Pedro I instituiu um modelo absolutista ao Brasil como o texto acima evidencia nas palavras do historiador Raymundo Faoro. O modelo pol\u00edtico imposto por D. Pedro I ao Brasil atrav\u00e9s da Carta outorgada de 1824, permitiu:<\/p>\n\n\n\n<p>a) o equil\u00edbrio entre os poderes constitu\u00eddos do estado brasileiro;<\/p>\n\n\n\n<p>b) a aboli\u00e7\u00e3o do modelo escravista brasileiro;<\/p>\n\n\n\n<p>c) a implanta\u00e7\u00e3o do voto universal masculino restrito aos alfabetizados;<\/p>\n\n\n\n<p>d) a elei\u00e7\u00e3o direta dos membros do Senado Imperial que possu\u00edam mandato vital\u00edcio;<\/p>\n\n\n\n<p>e) a subordina\u00e7\u00e3o do Poder da Igreja ao Poder do Imperador.<\/p>\n\n\n\n<p>11. (FGV) Somente a partir de 1850 vai se observar um maior dinamismo no desenvolvimento econ\u00f4mico do pa\u00eds em geral e de suas manufaturas, em particular. O crescimento do n\u00famero de empresas industriais se faria com relativa rapidez. Mas o que provocaria essas mudan\u00e7as?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>(Sonia Mendon\u00e7a, A industrializa\u00e7\u00e3o brasileira. p. 12)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 correto responder \u00e0 indaga\u00e7\u00e3o afirmando que&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) a C\u00e2mara dos Deputados aprovou medidas restritivas \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, como a proibi\u00e7\u00e3o da entrada de mercadorias similares \u00e0s j\u00e1 produzidas no pa\u00eds, e tamb\u00e9m criou a primeira pol\u00edtica industrial brasileira.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) houve a importante contribui\u00e7\u00e3o do fim do tr\u00e1fico de escravos para o Brasil, que possibilitou a disponibilidade de capitais, al\u00e9m dos efeitos duradouros da agricultura, especialmente do caf\u00e9.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) a nacionaliza\u00e7\u00e3o do subsolo brasileiro, presente na Constitui\u00e7\u00e3o imperial, impulsionou os investimentos privados na explora\u00e7\u00e3o mineral, conjuntamente com os incentivos governamentais na cria\u00e7\u00e3o de estaleiros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) ocorreu uma r\u00e1pida moderniza\u00e7\u00e3o dos grandes engenhos de a\u00e7\u00facar do Nordeste em fun\u00e7\u00e3o dos financiamentos ingleses e, em 1851, fundou-se um banco estatal de desenvolvimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) acertou-se com a Inglaterra a renova\u00e7\u00e3o dos Tratados de 1827, que ofereciam tarifas privilegiadas aos ingleses e estes, em contrapartida, proporcionavam transfer\u00eancia de tecnologia industrial.<\/p>\n\n\n\n<p>12. (Mackenzie) \u201cA partir de hoje, 15 de novembro de 1889, o Brasil entra em nova fase, pois pode-se considerar finda a Monarquia, passando o regime francamente democr\u00e1tico com todas as consequ\u00eancias da Liberdade\u201d Assim se referiu a manchete do jornal carioca Gazeta da Tarde, anunciando a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Pode-se dizer que tal ato&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) refor\u00e7ou as posi\u00e7\u00f5es conservadoras dos positivistas brasileiros, o que facilitou a ascens\u00e3o do ex\u00e9rcito, como lideran\u00e7a do movimento, e auxiliou na decreta\u00e7\u00e3o de um Estado em bases religiosas e federalistas.<\/p>\n\n\n\n<p>b) resultou da conjuga\u00e7\u00e3o de variados fatores, destacando as insatisfa\u00e7\u00f5es de grupos militares, camadas m\u00e9dias urbanas e setores latifundi\u00e1rios com os rumos pol\u00edticos e sociais do Imp\u00e9rio no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) colocou fim \u00e0 longa crise do Segundo Reinado, contribuindo para a emerg\u00eancia do populismo enquanto pr\u00e1tica pol\u00edtica manipuladora, voltada para a satisfa\u00e7\u00e3o dos anseios de camadas trabalhadoras urbanas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) rompeu com a legalidade da sucess\u00e3o ao trono, uma vez que impediu a ascens\u00e3o da princesa Isabel, como governante, causando, por sua vez, revoltas populares por todo o pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) corroborou a busca pela moderniza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Brasil e mostrou-se decisivo para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas governamentais de inser\u00e7\u00e3o dos ex-escravos no mercado de trabalho livre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>13. (Fuvest) Considerando-se o intervalo entre o contexto em que transcorre o enredo da obra Mem\u00f3rias de um sargento de mil\u00edcias, de Manuel Ant\u00f4nio de Almeida, e a \u00e9poca de sua publica\u00e7\u00e3o, \u00e9 correto afirmar que a esse per\u00edodo corresponde o processo de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) reforma e crise do Imp\u00e9rio Portugu\u00eas na Am\u00e9rica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) triunfo de uma consci\u00eancia nativista e nacionalista na col\u00f4nia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) Independ\u00eancia do Brasil e forma\u00e7\u00e3o de seu Estado nacional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) consolida\u00e7\u00e3o do Estado nacional e de crise do regime mon\u00e1rquico brasileiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica e instaura\u00e7\u00e3o da Primeira Rep\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>14. (FGV) Durante muito tempo, o fim da escravid\u00e3o no Brasil foi visto como uma concess\u00e3o generosa da princesa Izabel, em 1888. Atualmente, os historiadores reconhecem o papel das lutas dos escravos pela liberdade, bem como dos diversos movimentos abolicionistas brasileiros. Foram l\u00edderes abolicionistas negros:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) o advogado Joaquim Nabuco, o m\u00e9dico Nina Rodrigues e o engenheiro Andr\u00e9 Rebou\u00e7as.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) o fazendeiro Nicolau de Campos Vergueiro, o engenheiro Francisco Pereira Passos e o jornalista Jos\u00e9 do Patroc\u00ednio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) o m\u00e9dico Nina Rodrigues, o fazendeiro Nicolau de Campos Vergueiro e o advogado Lu\u00eds Gama.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) o engenheiro Francisco Pereira Passos, o advogado Rui Barbosa e o m\u00e9dico Nina Rodrigues.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) o advogado Lu\u00eds Gama, o engenheiro Andr\u00e9 Rebou\u00e7as e o jornalista Jos\u00e9 do Patroc\u00ednio.<\/p>\n\n\n\n<p>15. (Fuvest) Fazendo um balan\u00e7o econ\u00f4mico do Segundo Reinado, podemos afirmar que ele foi um per\u00edodo no qual:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) algumas atividades ganharam import\u00e2ncia, como a cria\u00e7\u00e3o do gado no Rio Grande do Sul e as lavouras de a\u00e7\u00facar no Nordeste.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) o Brasil deixou de ser um pa\u00eds essencialmente agr\u00e1rio, ingressando na era da industrializa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) a Amaz\u00f4nia passou a ter um grande destaque com o &#8220;boom&#8221;, desde 1830, da produ\u00e7\u00e3o da borracha.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) ocorreram grandes transforma\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas com as quais o centro-sul ganhou proje\u00e7\u00e3o em detrimento do nordeste.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) as diversas regi\u00f5es brasileiras tiveram um crescimento econ\u00f4mico constante, uniforme e progressivamente integrado.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>OBRIGAT\u00d3RIA PARA OS ALUNOS EM RECUPERA\u00c7\u00c3O PARALELA. ENTREGA: 08\/07. 01. (UFF) A aboli\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico africano pode ser considerado um dos principais fatores explicativos do definhamento progressivo do escravismo no Brasil. Privada da fonte atl\u00e2ntica de abastecimento de cativos, a classe senhorial do Imp\u00e9rio teve que apelar para o tr\u00e1fico interno entre as prov\u00edncias. Deste&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-17105","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17105","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17105"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17105\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17178,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17105\/revisions\/17178"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17105"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17105"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/colegiohms.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17105"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}